


Com o seu colorido e exotismo, é uma terra transbordante de vida e espiritualidade: festejos inúmeros, tradições vivas, gentes variadas e contrastes únicos que surpreendem o viajante, exercendo sobre ele mistério e fascínio.
A Índia é o maior mosaico cultural do mundo, com as suas centenas de línguas e dialetos, as suas etnias, castas e grupos sociais, e a convivência de religiões autóctones, como o hinduísmo, o budismo, o jainismo e o sikhismo, com as importadas: islão, cristianismo e zoroastrismo.
Outro dos seus inúmeros atrativos é a sua natureza transbordante: rios sagrados, montanhas poderosas que na mitologia hindu são a morada dos deuses e parques naturais. É um país onde tudo é sagrado, incluindo a fauna e a flora, algo que, de certa forma, pertence à “ecologia” tradicional que faz parte da cultura coletiva.
A Índia deixar-nos-á na memória imagens únicas e experiências irrepetíveis, sendo um dos poucos destinos onde há sempre um antes e um depois da viagem. Por esta razão, são muitos os que repetem, já que tem tantas coisas para descobrir que merece uma segunda e uma terceira viagem.
Viaje à Índia com a Dimensiones Club

A ter em conta: Para tratar dos vistos é importante enviar os passaportes e os formulários devidamente preenchidos com um mínimo de 30 dias de antecedência para a DIMENSIONES CLUB.
Vacinas: Nenhuma vacina é obrigatória; no entanto, os passageiros que tenham estado nos últimos sete dias em África ou na América do Sul (apenas nos países onde existe febre-amarela) devem apresentar o certificado internacional de vacinação.
Para mais informações, consulte a seguinte página web:
http://www.mscbs.gob.es/ciudadanos/proteccionSalud/vacunaciones/home.htm
Idioma: Há dezassete línguas oficiais. O inglês é entendido nos principais centros turísticos.
Diferença horária: GMT + 5:30 h, ou seja, mais 5:30 h do que em Portugal no inverno e mais 4:30 h no verão. Por exemplo, quando no inverno são 09:00 h em Lisboa, em Deli são 14:30 h.
Corrente elétrica: 220 volts, corrente alterna de 50 ciclos.
Roupa e calçado: Dado o clima tropical, recomenda-se evitar tecidos sintéticos, sendo muito apropriada a roupa de algodão e de linho. Entre novembro e março, no norte, não é demais levar alguma roupa de lã, já que à noite costuma arrefecer. O calçado deve ser confortável, resistente e fácil de tirar e calçar para visitar os templos, mesquitas e mausoléus, já que só é permitido entrar descalço ou de meias. Não se esqueça dos óculos de sol e do chapéu.
Táxis: Nas grandes cidades, como Deli, Bombaim, Calcutá e Madras, há táxis com taxímetro, cujas tarifas mudam de vez em quando e nem sempre correspondem aos números do contador; nesse caso, os motoristas são obrigados a ter a última tabela de tarifas em vigor. Se o taxímetro não funcionar, é recomendável negociar a tarifa antecipadamente. Além dos táxis, há uns micro-táxis, que não são mais do que motocarros tipo vespa, um pouco mais baratos que os táxis. Há outros meios de locomoção mais lentos, os “riquexós”, ciclo-carros cuja tarifa deve ser combinada antes de subir.
Artesanato e compras: A Índia é um paraíso para as compras, devido à grande variedade e riqueza do seu artesanato. É raro encontrar peças idênticas, pois quase todas são feitas à mão, com materiais nobres como madeira de sândalo ou castanheiro, seda, ouro, prata, pedras preciosas ou semipreciosas, marfim, bronze, cobre, etc. Em Nova Deli podem encontrar-se objetos trazidos de toda a Índia. Benares é considerada a capital da seda e Jaipur é provavelmente o melhor lugar para comprar joias, pedras preciosas, pinturas em miniatura, tapetes de lã e tecidos estampados.
Fotografia e vídeo: A Índia é um destino único para os amantes da fotografia, com os seus magníficos monumentos, as suas festas religiosas e as suas gentes variadas. Não há proibições especiais para fotografar ou filmar, desde que se evitem os locais de interesse militar ou estratégico, como aeroportos, postos fronteiriços, quartéis, pontes, etc. Mas, neste país de ricas tradições culturais, convém ter uma atitude de respeito pelas suas manifestações religiosas, por exemplo pelos ritos funerários, havendo locais onde é necessário renunciar ao uso da câmara.
Em grande parte dos monumentos é preciso pagar uma taxa para utilizar a câmara de vídeo e também, em alguns, a máquina fotográfica.
Perto dos monumentos e nos locais de interesse turístico há personagens que posam amavelmente, esperando uma gorjeta em troca. O resto da população deixa-se fotografar sem mais, mas, se alguém se mostrar relutante perante a câmara, convém não insistir.
Conduta e costumes: A maioria dos indianos é tolerante e hospitaleira, sendo muito fácil entrar em contacto com as pessoas. Mas, se quisermos desfrutar e conhecer a sua interessante cultura, convém ter em conta que os costumes e preconceitos são por vezes muito diferentes daqueles a que estamos habituados. Como ainda não estão totalmente familiarizados com a cultura ocidental, por vezes a nossa atitude ou comportamento pode parecer-lhes chocante. Isto não significa que, se não tivermos em conta as recomendações que apresentamos a seguir, acabaremos por ter problemas com as pessoas, mas sim que, se respeitarmos os costumes locais, estaremos mais em harmonia com o ambiente e poderemos facilmente aprofundar o conhecimento do país.
Acesso a locais sagrados:
– Para entrar em qualquer templo ou mesquita é necessário descalçar-se, devido ao costume indiano de considerar que não se deve introduzir o pó da rua nos templos.
– Nos templos hindus não se deve entrar com peças de couro, por respeito à vaca, considerada um animal sagrado.
– Nos templos sikhs, além de se descalçar e tirar as meias, é necessário cobrir a cabeça com um chapéu ou lenço, e é proibido entrar com tabaco.
– Nos templos jainistas é proibido entrar com comida.
Costumes sociais:
– Se nos convidarem para comer, devemos observar como comem os nossos anfitriões; se não houver talheres, o costume é comer com a mão direita, pois a esquerda é considerada impura.
– Entre homens existe o costume de apertar a mão, mas isso não acontece com as mulheres, que costumam cumprimentar juntando as mãos no peito.
– Não nos deve chocar ver homens de mãos dadas, já que este facto não tem o mesmo significado nem as mesmas conotações que no nosso país.
Regras básicas de respeito pelo país e pelas suas gentes:
– Em geral, recomenda-se vestir de forma discreta. Nas mulheres, as saias ou calções curtos e os decotes são malvistos. Também não é bem considerado que os homens tirem a camisa em público.
– É fácil entender que não se deve insistir com a câmara quando nos indicam abertamente que a fotografia não é bem-vinda.
– Não é costume levantar a voz nem usar palavrões. Deve ter-se em conta que a Índia é um país que esteve colonizado durante muito tempo, pelo que é muito malvisto dar ordens e pedir as coisas de má maneira.
– Deve tentar-se não incentivar as crianças a pedir, algo infelizmente cada vez mais habitual nos locais de interesse turístico.
Gorjetas: O costume da gorjeta é normal em todo o Oriente. Nos hotéis e restaurantes o serviço está incluído, mas o empregado espera sempre alguma rupia extra como prémio pelo bom serviço.
Conselhos úteis: Recomenda-se beber água mineral e fazer uma adaptação gradual à comida, devido ao picante. É preferível não levar malas novas, já que sofrem e se desgastam bastante nos aeroportos.
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