


Banguecoque é uma cidade dinâmica e cheia de contrastes, com os seus templos de arquitetura tradicional e as suas festas budistas, bem como os seus modernos arranha-céus e zonas residenciais. O seu trânsito trepidante contrasta com a tranquilidade e a serenidade que emanam dos seus recintos espirituais, em contrapartida ao caos e ao bulício dos seus mercados e zonas comerciais. A sua principal atração é o Grande Palácio Real de Banguecoque, que na realidade é uma cidade dentro da cidade, em cujo interior se encontra o templo de Phra Kaew, o Buda de Esmeralda, esculpido em jade, um dos mais venerados da Tailândia.
O norte da Tailândia é uma das regiões mais interessantes para o viajante. Chiang Rai foi fundada no século XIII como capital da província mais setentrional do país; hoje em dia é famosa pelo Templo Branco e pela Casa Negra, ambos construídos por dois arquitetos famosos. O célebre “Triângulo Dourado”, ponto fronteiriço entre a Tailândia, o Laos e Myanmar, tinha o seu ponto de partida em Chiang Rai, com o seu comércio de ópio. A cidade de Chiang Mai é a segunda maior do país e oferece um importante património cultural.
Viaje à Tailândia para descobrir o País do Sorriso com a Dimensiones Club
Situação e geografia
A Tailândia situa-se no Sudeste Asiático, entre o Trópico de Câncer e o Equador. Estende-se por 780 km de leste a oeste e 1.650 km de norte a sul e faz fronteira com Myanmar a oeste, com o Laos a norte, com o Camboja a leste e com a Malásia a sul. As suas costas são banhadas pelas águas azul-turquesa do Mar de Andamão a sudoeste e pelo Golfo do Sião a sudeste. Com uma superfície de 513.120 km², tem mais de cinco vezes o tamanho de Portugal.
Clima
Marcadamente tropical, é quente e húmido em grande parte do país durante quase todo o ano. As estações dividem-se em:
• Verão (de março a maio), com uma média superior a 30 °C, que por vezes pode atingir os 40 °C.
• Estação húmida (de junho a outubro), caracterizada pelo aparecimento das monções, com temperaturas que oscilam entre os 24 °C e os 34 °C e uma humidade de 80%. A época das chuvas não significa que esteja a chover o tempo todo, mas sim que pode chover uma ou duas horas e depois sair o sol
• Estação seca, também chamada temperada (de novembro a fevereiro), que é especialmente agradável, com uma média de 25 °C.
População
A sua população de mais de 67 milhões de habitantes é principalmente de etnia thai, com minorias de origem chinesa, indiana, malaia, lun, khmer, birmanesa e laosiana.
Na Tailândia as pessoas são amigáveis e bastante hospitaleiras, com valores como o respeito pela vida, que vêm do budismo.
Governo, sociedade, economia
A Tailândia é uma monarquia constitucional com um rei e um primeiro-ministro. A democracia tailandesa é composta por um senado e uma câmara de representantes, bem como por um poder judicial supervisionado pelo Supremo Tribunal.
A maioria dos seus habitantes é budista (94,6%), com uma minoria muçulmana (4,6%, no sul do país, na zona fronteiriça com a Malásia) e um pequeno grupo de cristãos (0,7%).
Tem uma economia bastante dinâmica, que depende em grande medida das exportações, que representam mais de 60% do PIB. Atualmente é o principal exportador de arroz do mundo. Outras exportações são o peixe, as frutas, os têxteis, a borracha, os automóveis e os aparelhos eletrónicos. Apesar do seu marcado caráter turístico e da sua fama mundial, o turismo representa apenas 7% do PIB.
Religião, o budismo
A religião oficial da Tailândia é o budismo. A forma de budismo predominante é a conhecida como escola Theravada. Pode dizer-se que a tradição budista está omnipresente em todo o país, nos seus numerosos templos, lugares sagrados e celebrações tradicionais. Um costume muito enraizado na população é que os rapazes, ao chegarem aos vinte anos, se “ordenem” monges durante algumas semanas ou meses, como uma experiência necessária para a transição para a idade adulta.
O budismo é o eixo principal da vida quotidiana na Tailândia. O seu famoso Sanuk, Sabai e Saduak pode traduzir-se por “Sê feliz, mantém-te sereno e contenta-te com o que a vida te oferece”.
A arte de viver tailandesa
Este conceito refere-se à forma de ser e de sentir dos tailandeses, especialmente ao seu caráter amigável e à sua cultura peculiar. Na Tailândia desfruta-se de uma hospitalidade providencial, fruto da sua cultura original muito influenciada pelo budismo. Este peculiar estilo de vida e a sua forma de entender o mundo fazem do Reino do Sião um país excecional, com todo o tipo de atrativos e propostas de lazer.
Durante séculos, a “Arte de Viver Thai” ajudou a resolver problemas e a trazer felicidade aos tailandeses. Na realidade, os tailandeses têm muito enraizada uma sólida atitude baseada no “sanook”, o ideal thai da diversão, e no conceito “mai pen rai” (não te preocupes, sê feliz).
A Tailândia é um país excecional, com numerosos atrativos e uma grande variedade de opções de lazer.
Gastronomia
A cozinha tailandesa é considerada uma das mais saborosas e variadas da Ásia. Todo o tipo de aromas e sabores fazem de uma viagem à Tailândia uma oportunidade de conhecer uma gastronomia genuína, famosa pelo seu exotismo e pela sua apresentação cuidada.
O arroz é o alimento base, com uma variedade muito aromática conhecida como arroz jasmim, produzida na Tailândia, mas no norte consome-se muito o arroz glutinoso. Praticamente todas as refeições são acompanhadas de arroz, embora também se consumam massas como prato principal.
Na cozinha tailandesa tem muita relevância o uso de molhos, bem como a pasta de caranguejo, as malaguetas frescas, o gengibre, o alho e todo o tipo de especiarias. Há molhos, como o de peixe, que em algumas receitas substituem o sal. Muitos pratos são fritos a alta temperatura no “wok”, uma frigideira funda.
A fruta tailandesa é muito exótica e doce, estando disponível durante todo o ano. Em alguns buffets dos hotéis, a apresentação da fruta é realmente artística, já que esculpem todo o tipo de figuras, especialmente com motivos florais. Destacam-se o ananás, a manga, as líchias, o rambutão e a melancia.
Alguns dos pratos que lhe recomendamos provar:
Pad Thai: À base de massa salteada com molho de soja, tofu, ovos e amendoins. Trata-se de um prato muito popular e fácil de comer. Normalmente não é servido picante.
Tom Kha Gai: Uma sopa muito saborosa à base de leite de coco com frango, cebola roxa, tomate, cogumelos e por vezes camarão. O seu sabor exótico e delicioso vem do tempero à base de sumo de lima, erva-príncipe, molho de peixe e ervas. Não costuma ser servida picante.
Gai Pad Med Mamuang: à base de peito de frango aos pedaços salteado com cebola, cajus, pimento e molho de ostra. Este prato é muito suave e não leva especiarias picantes.
Khao Pad Krapao Moo: À base de carne de porco picada, cebola picada e coentros. Este prato é acompanhado de arroz e muitas vezes de um ovo estrelado. Também se faz com frango picado (Khao Pad Krapao Gai).
Bem-estar & relax
Na maior parte dos hotéis publicados pela Dimensiones Club há centros de bem-estar e Spa. Além disso, os resorts mais luxuosos dispõem de spas requintados onde se aplicam terapias curativas e massagem tailandesa, entre outros tratamentos. Na Tailândia há uma grande tradição de artes terapêuticas milenares; por esta razão, todos os spas dos resorts conservam uma solenidade arquitetónica que recorda os antigos santuários, com grande respeito pelos rituais e pela simbologia. Sugerimos que, aproveitando a sua viagem à Tailândia, se deixe levar e cuide do corpo e da mente com massagens e terapias rejuvenescedoras.
Tendências vanguardistas & compras
Nos últimos anos, a Tailândia viveu um autêntico desenvolvimento do design, da moda e da vanguarda em matéria de tendências. Na cidade de Banguecoque há centros comerciais modernos e exclusivos com uma grande oferta, bem como uma grande diversidade de propostas de lazer e entretenimento, pelo que se tornou atualmente uma das cidades mais cosmopolitas da Ásia.
Os amantes de compras poderão desfrutar dos seus numerosos centros comerciais e mercados pitorescos, onde se oferece artesanato típico tailandês, bem como marcas de luxo. Um dos produtos estrela são as joias com pedras preciosas, bem como sedas, artesanato em madeira, bronzes, cerâmicas, lacas, sombrinhas e artigos de imitação. Um dos artesanatos mais pitorescos são os coloridos tecidos das tribos das montanhas do norte da Tailândia, que se podem adquirir no bazar noturno de Chiang Mai.
Festividades tradicionais
Na Tailândia, a maioria das festividades e celebrações tradicionais é determinada pelo calendário lunar tradicional. Neste sistema, as datas mudam de ano para ano em relação ao nosso calendário solar. Há também numerosos feriados de caráter internacional. As principais festividades são:
ANO 2019
• 5 de fevereiro: Ano Novo Chinês. Tem muita importância devido à grande comunidade de origem chinesa. Celebra-se em grande no Bairro Chinês de Banguecoque. 15 a 17 de janeiro: Festa das Sombrinhas de Bo Sang. Celebração anual com atividades de lazer e de cultura, desfiles e exposições. 13 a 15 de abril, Songkran, o Ano Novo Tailandês. Muito alegre, com todo o tipo de cerimónias de purificação e procissões para a entrada do ano. É muito vistoso e celebra-se em toda a Tailândia com cerimónias budistas e espetáculos culturais de todo o tipo. Como todas as festas de ano novo, tem uma conotação familiar e um aspeto de purificação para entrar no novo ano, pelo que se molham os participantes com água nas ruas e, desta forma, entra-se no novo ano com a energia renovada. Lua cheia de maio, Vesakha: é o feriado mais celebrado pelos budistas. Celebra-se o “Despertar” ou “Iluminação” de Buda. Há procissões noturnas perto de muitos templos budistas. 28 de julho. Aniversário do rei Vajiralongkorn.
• 12 de agosto. Aniversário da Rainha Sirikit. Celebra-se o aniversário da Rainha e o Dia da Mãe. Grande cerimónia em Sanam Luang, em frente ao Grande Palácio Real. Concertos ao ar livre e espetáculos diversos. Os edifícios da zona são decorados com milhares de luzes coloridas, bandeiras e retratos da Rainha. 13 de novembro. Loi Krathong: Festa dos espíritos da água. “Loi” significa “flutuar” e “Krathong” é a folha da flor de lótus que flutua na água como suporte de uma oferenda de luz ou lamparina. Na realidade, é a festa do fim da monção, pelo que é uma festa muito enraizada que mostra a estreita relação da vida tailandesa com a água. À luz da lua, deixam-se na água dos lagos dos templos, nos canais, lagos ou em qualquer curso de água pequenas embarcações iluminadas. No interior das embarcações há uma vela, incenso, flores e pequenas moedas. Esta cerimónia vive-se com mais força em Chiang Mai e Sukhothai. Realiza-se na noite de lua cheia de novembro.
ANO 2020
• 25 de janeiro: Ano Novo Chinês.
• 15 a 17 de janeiro: Festa das Sombrinhas de Bo Sang. Celebração anual com atividades de lazer e de cultura, desfiles e exposições. 13 a 15 de abril, Songkran, o Ano Novo Tailandês.
• Lua cheia de maio, Vesakha Buda.
• 28 de julho. Aniversário do rei Vajiralongkorn.
• 12 de agosto. Aniversário da Rainha Sirikit.
• 1 de novembro. Loi Krathong.
Vacinas: Nenhuma vacina é obrigatória; no entanto, os passageiros que tenham estado nos últimos sete dias em África ou na América do Sul (apenas nos países onde existe febre-amarela) devem apresentar o certificado internacional de vacinação. Para mais informações, consulte a seguinte página web: http://www.msc.es/ciudadanos/proteccionSalud/vacunaciones/home.htm
Idioma: a língua oficial é o thai ou tailandês padrão. Além disso, esta língua tem variantes ou dialetos, como o isan, o nyaw, o galung, o lü, o tailandês setentrional, o phuan, o phu thai, o shan, o song, o tailandês meridional e o tai dam. O inglês ensina-se nas escolas e fala-se nos locais turísticos, embora a pronúncia deixe muito a desejar e nem sempre seja fácil entender-se.
Idioma: A maioria dos japoneses não fala inglês. No entanto, tudo está muito bem sinalizado e a população é amável e, se lhe mostrarmos algo escrito, tentará entender-nos.
Moeda e cartões de crédito: O baht tailandês. 1 euro: 35 THB (junho de 2019). Nos hotéis pode pagar-se em euros ou dólares americanos. Os cartões de crédito internacionais são aceites nos hotéis e lojas oficiais. Podem trocar-se euros no aeroporto, nos hotéis, nos bancos e nas casas de câmbio.
Diferença horária: GMT + 7 h. Ou seja, mais 6 h do que em Portugal de abril ao final de setembro e mais 7 h de outubro ao final de março.
Vestuário: No verão (junho-agosto) aconselha-se roupa confortável e leve de linho e algodão, bem como mangas curtas. Para a primavera (março-maio) e o outono (setembro-novembro) sugerem-se casacos leves de lã. No inverno (dezembro-fevereiro), roupa de abrigo.
Corrente elétrica: 220 volts, corrente alterna de 50 ciclos. As tomadas são semelhantes às que temos em Portugal, embora em alguns hotéis se usem do tipo inglês ou americano.
Água: é aconselhável beber água mineral.
Roupa e calçado: Dado o clima tropical, recomenda-se evitar tecidos sintéticos, sendo muito apropriada a roupa de algodão e de linho. Não se esqueça dos óculos de sol, do protetor solar e do chapéu.
Segurança: Em geral, o país é muito amistoso e seguro, sendo possível deslocar-se por qualquer parte e a qualquer hora.
Internet: Em quase todos os hotéis e em muitos restaurantes há ligações wifi abertas. A ligação à Internet em geral é bastante boa. É possível e aconselhável adquirir um cartão SIM local, já que não é muito caro e pode ser carregado em estabelecimentos como o Seven Eleven ou semelhantes.
A capital económica e política da Tailândia situa-se nas margens do Chao Phraya, o “Rio dos Reis”. Esta cidade dinâmica tornou-se uma das grandes metrópoles da Ásia.
Localmente, Banguecoque é conhecida como Krung Thep, a “Cidade dos Anjos”. Cidade de contrastes, com os seus templos de arquitetura tradicional e as suas festas budistas, bem como os seus modernos arranha-céus, centros comerciais e zonas residenciais. O seu trânsito trepidante contrasta com a tranquilidade e a serenidade que emanam dos seus recintos espirituais, em contrapartida ao caos e ao bulício dos seus mercados.
Capital política, económica, gastronómica e cultural do Reino do Sião, Banguecoque oferece-nos o encanto tailandês que se respira em todo o país, juntamente com comodidades contemporâneas que, à primeira vista, podem parecer caóticas sem o serem na realidade, além de os seus habitantes receberem sempre o visitante com esse sorriso providencial que é uma marca de identidade da hospitalidade tailandesa.
A cidade foi fundada em 1782 pelo rei Rama I, após o saque de Ayutthaya pelos birmaneses. Os seus generais Taksin e Chakri organizaram o desmantelamento da antiga capital, levando os templos, as casas e as muralhas e fazendo-os transportar para o novo local, onde se reconstruiu a capital, que se foi transformando na atual Banguecoque após dois séculos de rápido crescimento.
Ao chegar a Banguecoque, muitos turistas ficam esmagados pela dimensão desta cidade cosmopolita do século XXI, com os seus mais de dez milhões de habitantes e a sua grande variedade de atrações turísticas e possibilidades de lazer.
A sua principal atração é o Grande Palácio Real de Banguecoque, que na realidade é uma cidade dentro da cidade, em cujo interior se encontra o templo de Phra Kaew, o Buda de Esmeralda, esculpido em jade, um dos mais venerados da Tailândia
A cidade conta com mais de quatrocentos templos e santuários budistas, pelo que é normal cruzar-se com monges ou noviços vestidos com as suas túnicas cor de açafrão a receber esmolas e alimentos no lugar mais inesperado desta cidade moderna.
O seu rio Chao Phraya está ligado a numerosos canais; podem fazer-se interessantes excursões em cruzeiro e visitar mercados flutuantes pelos seus khlongs (“canais”), que lhe valeram o cognome de “Veneza do Oriente”.
Ayutthaya
Foi a segunda capital do Reino do Sião entre 1350 e 1767. Fica a apenas 86 quilómetros de Banguecoque. Devido à sua história e às suas ruínas, é uma importante atração turística da Tailândia. Considera-se que foi uma das principais cidades da Ásia durante os seus 417 anos de apogeu, especialmente no século XVI, quando o chamado Reino de Ayutthaya chegou a estender-se até aos atuais Laos, Camboja e Myanmar. Durante o século XVII foi frequentada por mercadores europeus (portugueses, holandeses, ingleses), bem como chineses e japoneses, algo que fica patente no mapa de Ayutthaya publicado em 1691 pelo francês Simon de la Loubère no “Reino do Sião”.
Ayutthaya situa-se numa “ilha” rodeada pelos rios Chao Phraya, Pa Sak e Lopburi. O seu Parque Histórico de Phra Nakhon Si Ayutthaya, reconhecido como Património da Humanidade pela UNESCO, é um dos lugares mais interessantes da Tailândia, devido às ruínas de templos, palácios e muralhas.
Sukhothai
A primeira capital do primeiro reino tailandês realmente independente foi fundada no século XIII. O seu nome significa “Aurora da Felicidade” e viveu uma idade de ouro durante o reinado de Ramkhamhaeng, monarca a quem se atribui a criação do alfabeto tailandês e o estabelecimento de relações diplomáticas com a China imperial. De facto, foi após o regresso do rei Ramkhamhaeng dos funerais do imperador Kublai Khan que este soberano trouxe consigo artesãos chineses que ensinaram a arte da cerâmica aos tailandeses.
A este período de esplendor durante o reinado de Ramkhamhaeng atribui-se o florescimento do budismo, com a construção de numerosos templos e magníficas imagens de Buda. O reino de Sukhothai foi governado por um total de oito reis até chegar o seu ocaso, devido à potência emergente de Ayutthaya, em 1365.
Sukhothai é a mais romântica das antigas capitais da Tailândia, com os seus magníficos templos e monumentos no seu Parque Histórico, declarado Património da Humanidade pela UNESCO. Esta localidade adquire um caráter mágico durante a celebração da festividade de Loy Krathong, no final da monção, em novembro, quando centenas de lanternas “voadoras” são lançadas ao céu e numerosas oferendas flutuantes aos lagos.
Chiang Mai
Conhecida como a “Rosa do Norte da Tailândia”, Chiang Mai foi fundada em 1296 pelo rei Mengrai, o Grande, como capital do reino Lanna. Atualmente é a segunda maior cidade do país, com uma população de mais de 700.000 habitantes. Chiang Mai é banhada pelo rio Ping, o afluente mais importante do Chao Phraya.
Em Chiang Mai podem experimentar-se as duas facetas da cultura tailandesa, a moderna e a tradicional. Diz-se que, para os amantes do budismo, é um lugar ideal, já que os seus templos e o culto que neles se pratica continuam a ser muito genuínos. Além disso, oferece uma fascinante diversidade étnica, reservas de elefantes, escolas de cozinha e de massagem tailandesa, bem como espetáculos culturais e uma paisagem natural de grande beleza. Não perca o Mercado Noturno, um dos mais animados e interessantes da Tailândia.
Chiang Rai
A província de Chiang Rai é a zona mais a norte visitada na nossa programação; caracteriza-se por ser uma região montanhosa e fronteiriça onde se encontra o Triângulo Dourado, ponto estratégico onde se juntam a Tailândia, Myanmar e o Laos, o que propiciou que no seu tempo esta área se consolidasse como um lugar de produção e distribuição de ópio, o que condicionou a forma de vida desta zona da Tailândia.
Phuket
Conhecida como a “Pérola do Mar de Andamão”, Phuket é a maior ilha da Tailândia. Situada na costa oeste, no Mar de Andamão, é famosa pelas suas longas praias e águas quentes em tons de turquesa e esmeralda, selvas tropicais e arrozais verdes. Phuket é ideal para quem procura praia e descanso, para os amantes de desportos aquáticos e também para quem gosta de vida noturna, especialmente a zona de Patong, com a sua oferta de bares e discotecas. Na Phuket histórica destacam-se a arquitetura sino-portuguesa e a hospitalidade providencial.
Krabi
A província de Krabi, no sul da Tailândia, oferece-nos uma bela paisagem costeira no Mar de Andamão, com praias, florestas e falésias cobertas pela selva. É uma região de arquipélagos labirínticos, onde as ilhas e ilhéus parecem surgir verticalmente do mar. Oferece um santuário de vida marinha, recifes de coral, grutas marinhas e falésias de calcário onde se pode praticar escalada.
De muitos pontos da península veem-se as 83 ilhas calcárias que conferem um horizonte mágico e quase irreal à costa; estas vistas também se desfrutam a partir de muitos hotéis.
Koh Samui
A ilha de Samui é a terceira maior ilha da Tailândia; situada no Golfo do Sião, oferece um clima diferente da costa do mar de Andamão, já que está mais protegida das chuvas nos meses de verão. Faz parte de um arquipélago de 80 ilhas que inclui o Parque Nacional Marinho de Ang Thong. Fica a cerca de 700 quilómetros a sul de Banguecoque e a cerca de 80 quilómetros da costa da Tailândia.
Em Koh Samui poderemos relaxar nas suas praias e praticar desportos aquáticos. É a terceira maior ilha da Tailândia e, devido à sua dimensão, tem várias zonas de costa muito diferenciadas: as do sul são as praias mais frequentadas, como Chaweng e Lamai, e as do norte oferecem resorts mais exclusivos.
Phi Phi
As Ilhas Phi Phi são um pequeno arquipélago com duas ilhas, Phi Phi Don e Phi Phi Leh, no mar de Andamão, pertencentes à província de Krabi. Pode chegar-se de ferry a partir de Krabi ou de Phuket (1 hora de barco). Trata-se de um belo enclave com uma praia muito agradável e também com muito trânsito marítimo, já que muitos visitantes não pernoitam em Phi Phi e vêm apenas de excursão passar parte do dia. As águas que rodeiam as ilhas Phi Phi estão cheias de vida marinha, com possibilidade de praticar snorkel e mergulho.
Koh Samed
A ilha de Koh Samed situa-se no Golfo da Tailândia, a apenas 200 quilómetros a sul de Banguecoque. Esta ilha encontra-se no Parque Nacional Khao Laem Ya – Mu Ko Samet. As suas praias são de areia branca e fina e a ilha desfruta de um clima muito agradável durante todo o ano. É uma das joias do Golfo da Tailândia.
Koh Tao
A ilha de Koh Tao é a mais pequena do arquipélago a que pertencem Koh Samui e Koh Phangan, no Golfo do Sião. Oferece praias agradáveis e lugares ideais para mergulhar, já que as suas águas têm muita visibilidade e os seus fundos marinhos oferecem muita biodiversidade. Para quem não deseja mergulhar, aconselha-se o snorkel, já que a claridade das águas é imbatível e com um simples tubo e uma máscara se veem muitas espécies marinhas.
Koh Phangan
É a segunda maior ilha do Golfo da Tailândia. Acede-se de barco a partir de Koh Samui (onde se chega de avião). É uma ilha com muita vegetação tropical e bom clima durante o nosso verão. Em Koh Phangan há muitos lugares excelentes para fazer snorkel e mergulhar, com numerosos corais e peixes variados. Continua a ser uma ilha “tranquila”, já que não há grandes edifícios nem discotecas, embora tenha fama de festiva devido à celebração multitudinária na praia de Haad Rin em cada noite de Lua Cheia.
Koh Lanta
Arquipélago na província de Krabi formado por duas ilhas, a maior Koh Lanta Yai e a mais pequena Koh Lanta Noi, bem como um total de 52 ilhas e ilhéus menores. Centenas de ilhéus de rocha calcária rematados por vegetação frondosa, que a tornam um paraíso desconhecido. A Koh Lanta chega-se de ferry a partir de Krabi. Vegetação tropical, tranquilidade e longas praias de areia branca. Recifes de coral com abundante vida marinha, especialmente no Parque Nacional Mu Koh Lanta, a sul da ilha principal.
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